
Zudgard José de Barros Paes Coelho
Acabei de ler atentamente o que Jorge Béja escreveu na Tribuna da
Imprensa. Nesta semana que está se acabando, li em um jornal de grande
circulação na Bahia (“A Tribuna da Bahia”) que a Fifa vai proibir os
tradicionais festejos juninos durante a Copa da Confederações e a Copa
do Mundo em Salvador, fora que já proibiu a venda do acarajé, bolinho
conhecido mundialmente, que é marca das baianas em nossa capital, para
que sejam vendidos exclusivamente sanduíches de uma marca internacional.
Enviei correspondências a vários jornais do Sudeste protestando sobre
essa medida, que até agora estou entre perplexo e não acreditando, mas
não deram a mínima sobre esse assunto. Como acredito na Tribuna da
Imprensa, estou enviando esta para conhecimento de todos vocês,
inclusive do mestre Hélio Fernandes, Carlos Newton etc.
O Brasil na certa voltou a ser considerado país de bananas. Na minha
correspondência fiz ver que os senhores ACM Neto, prefeito de Salvador,
Jaques Wagner, governador da Bahia, e mesmo a Presidenta Dilma deveriam
tomar uma providência enérgica. E a nossa soberania como fica?
Também o que disse Jerome Valcke, secretário-geral da Fifa, que “o
Brasil deveria tomar um chute no traseiro”? Ele continua lépido e
fagueiro circulando em nosso país, quando deveria ser o contrário,
considerá-lo “persona non grata” para nós.
Pobre Brasil, pobre “país de bananas”.
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